1.Na última semana, o Bacharel em Economia e membro do PROGEB, Eric Gil Dantas, teve seu artigo "Adeus indústria?" já publicado aqui neste blog, também publicado no site da ABIMAQ, como é possível ver no link a seguir: http://www.abimaq.org.br/site.aspx/Imprensa-Clipping-Tendencias-detalhe?DetalheClipping=549
2.O PROGEB contou no ultimo dia 14 de janeiro, com a visita do membro e colaborador externo, Antônio Carneiro de Almeida Júnior, que está fazendo Doutorado na UFPR - Universidade Federal do Paraná.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Ano novo e nova notícia velha...
Semana de 14 a 20 de janeiro
de 2013
Lucas Milanez de Lima
Almeida[i]
O ano mal começou, e os números referentes a 2012 e as
previsões para 2013 já mostram que não teremos grandes mudanças nos primeiros
meses que sucedem o réveillon. Porém, isto não é um problema. Na verdade é
natural.
Há algum tempo que falamos aqui nesta coluna semanal
sobre as fases pelas quais passam as economias capitalistas. Após uma crise,
sempre vem um momento de calmaria, onde impera a desconfiança dos empresários,
seguida por uma relativa prosperidade, causada pela retomada tímida do
crescimento da demanda. Esta última, por sua vez, desemboca numa fase de
crescimento eufórico e certa distribuição de renda. É quando as condições para
uma nova crise se instalam, causando novamente falências e demissões.
Entre 2007 e 2009, o mundo passou por uma fase tão
turbulenta que só encontramos comparativo na crise de 1929. Entretanto, como
era de se esperar, estamos na fase de “apatia produtiva” a nível nacional e
internacional. Até a China, que, por suas precárias condições de produção e de
trabalho que barateiam os custos, sempre foi considerado o chão de fábrica do
mundo, está vendo seu crescimento atingir os menores patamares em décadas (lá, além
da crise, existe a luta da classe trabalhadora por melhor qualidade de vida,
com reivindicações de melhoria dos salários e outros direitos trabalhistas).
O governo brasileiro também vê este momento com cautela.
Em 2012, por exemplo, o país dobrou suas reservas em ouro, para pouco mais de
67 toneladas. A Alemanha pretende fazer coisa semelhante, ao tentar repatriar
nada mais, nada menos do que 1,95 mil toneladas do metal que estão, desde a Guerra
Fria, guardadas nos EUA e na França.
Contraditoriamente, enquanto uns temem o futuro, outros
se aproveitam das suas expectativas. É o que está acontecendo com os famintos
(já que se trata do apetite do “mercado”) que detêm os “junk bonds”, ou bônus
de alto risco. A causa disto, que também é paradoxal, é a baixa rentabilidade
que os papeis atrelados aos juros proporcionam. Assim, já que o retorno de
outros ativos é baixo, os especuladores procuram qualquer coisa mais rentável,
mesmo que provavelmente podre, para comprar e vender.
Voltando ao “lado real” da economia brasileira, podemos
encontrar algumas explicações para a cautela dos governos e bancos centrais. Em
uma pesquisa realizada pela empresa Nielsen, as vendas de uma cesta de bens de
consumo não duráveis, por eles selecionada, devem ter um fraco crescimento, de
0,4%, no ano de 2012. Segundo especialistas, este será o mesmo ritmo encontrado
no varejo como um todo. Os dados das vendas internacionais também não ajudam. O
quantum exportado pelo país no ano passado foi 0,3% menor do que no ano de
2011. Até as importações diminuíram, chegando a cair 2,3%. Como apresentado em
relatório da Organização Mundial do Comércio, o Brasil tem significativa
vulnerabilidade a flutuações na atividade econômica, isto porque 45% da pauta
de exportações brasileiras é composta por produtos básicos, como commodities e
minerais.
Apesar da referida queda nas importações, podemos ver que
este indicativo da OMC pode ser ainda pior. Entre janeiro e novembro de 2012, o
crescimento nas venda do varejo foi de quase 9%, enquanto que a produção da
indústria de transformação diminuiu 2,7%. Fica claro que, se as vendas internas
estão aumentando e a produção nacional está reduzindo, a demanda dos
consumidores brasileiros está sendo satisfeita por produtos importados, ou
seja, os estímulos ao consumo interno estão vazando para o mercado externo. Corroborando
com esta tese, de um ponto de vista estrutural, estão os números referentes aos
anos de 2005 a 2012, quando as vendas cresceram 76,2% e a
produção física industrial local cresceu pífios 8,14% no período.
Voltando à conjuntura, segundo estudo publicado pela Confederação
Nacional da Indústria, a intenção de investir dos empresários no ano de 2013 é
a menor desde 2009, quando o PIB do país decresceu 0,2%. O número de empresas
que investiram em 2012 (80,2%) foi 8,5% menor do que aquelas que investiram no
ano de 2011. O motivo é um velho conhecido: as incertezas em torno de uma
demanda fraca.
O governo, coitado, está tentando inventar alguma
feitiçaria que leve os empresários a aflorarem seu “espírito animal” e
investirem na produção. Delfim Netto, o Ministro do milagre econômico
brasileiro, apoia, com ressalvas, tais medidas. Ou seja, este é um ano novo
cheio de notícias que poderiam ser manchete de jornais passados.
[i] Professor
do Departamento de Economia da UFPB e pesquisador do Progeb. (www.progeb.blogspot.com.)
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Adeus indústria?
Semana de 07 a 13 de janeiro de 2013
Eric Gil Dantas [i]
Como já não é mais
novidade para ninguém, observamos, semana após semana, a queda da previsão de
crescimento do Brasil no Boletim Focus (pesquisa feita pelo Banco Central do
Brasil). A última previsão para 2012 foi de 0,98%. Esperemos o número oficial
do IBGE. Já para 2013, mesmo estando ainda em janeiro, uma nova queda de estimativa
do crescimento já ocorreu: de 3,4% para 3,2%.
Isto nos mostra que a
economia ainda está no “mais do mesmo”, em constante queda e prolongamento da
crise, processo já constatado nesta coluna há algum tempo. No entanto, um setor
em particular deve ser levado em consideração. No nosso país, este setor já
agoniza há décadas, mas sua deterioração se acentua em meio a grande crise
econômica. Estamos nos referindo ao setor industrial.
A queda das previsões do
crescimento do PIB, para valores inferiores a 1%, neste ano de 2012, tem como principal
fator a ser considerado, o tombo da produção industrial. Até outubro, o último
dado coletado pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e
Equipamentos (Abimaq) dizia que o faturamento bruto dos fabricantes nacionais
havia recuado 2,3% em relação ao mesmo período de 2011. Esta foi a primeira
queda observada nesta série desde o tombo provocado pela crise em 2009. Já o
nível de utilização da capacidade instalada da indústria de máquinas e
equipamentos alcançou o patamar mais baixo em 40 anos, e nove mil empregos
foram cortados em 12 meses. Na pesquisa do IBGE sobre a produção física
industrial referente a novembro, os bens de capital despontaram como a
categoria com maior retração: 1,1% abaixo do mês anterior. No acumulado dos 11
primeiros meses, a queda foi de 11,6%.
Em São José dos Campos, a
GM continua com a decisão de fechar sua linha de produção para transferi-la
para o interior do Paraná, onde os custos trabalhistas seriam amenizados. Se a
demissão for efetivada, 1500 operários perderão seus empregos, segundo o
Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, o que se somará às outras
nove mil demissões já citadas na indústria de máquinas e equipamentos.
As atuais políticas
governamentais de incentivo econômico estão sendo aplicadas com o intuito de
recuperar, principalmente, este setor. O Programa de Sustentação do
Investimento (PSI), por exemplo, empresta, via BNDES, a taxas de juros anuais
de 3% (até o final do ano passado a taxa era de 2,5%), ou seja, paga para os
capitalistas investirem, já que a inflação é maior do que a taxa de juros. Além
disto, foi feita a redução do IPI, imposto cobrado para produtos
industrializados, que contempla vários setores entre os quais estão os veículos
e a linha branca. Os efeitos ainda são marginais. Hoje, a nossa indústria tem o
mesmo peso na produção de riquezas do país que tinha em 1947.
Mas, não é só no Brasil
que a crise está afetando o setor industrial. Na Europa, segundo o Deutsche
Bank, a União Europeia (UE) está com excesso de capacidade de pelo menos 30% na
produção de carros e parece inevitável mais fechamentos de fábricas na região.
A Ford fechou, em 2012,
uma fábrica na cidade industrial belga de Genk, que funcionava há 26 anos,
demitindo 4300 funcionários. A GM, por sua vez, cinco meses antes, fechou uma
fábrica da Opel aberta há 50 anos em Bochum, na Alemanha, eliminando três mil
empregos. Já a GE está concentrando a maior parte de seus cortes de US$2
bilhões, anunciados em maio, em suas operações na UE.
Com os investimentos
diretos, na UE, caindo 10% anualmente desde 2008, o quadro preocupa e coloca em
xeque o ritmo de recuperação do continente. Entre 2007 e 2011, os investimentos
anuais, nos 27 países da UE, caíram € 350 bilhões. Segundo estudo da
consultoria estadunidense McKinsey, esta perda de investimentos deixou de gerar
€ 543 bilhões em receita para as empresas europeias, entre o ano de 2009 e
2010.
Uma nova conjuntura
mundial está criando profundas alterações na divisão social do trabalho, com a
indústria saindo dos países onde eram pagos salários razoáveis, para locais com
baixos salários, como China, Vietnã e outros países do sudeste asiático.
Nestas circunstâncias, o
pós-crise promete ser tão penoso para as populações quanto a própria crise.
[i] Economista
e pesquisador do ILAESE (Instituto Latino-americano de Estudos Socioeconômicos)
e do Progeb (Projeto Globalização e Crise na Economia Brasileira) (progeb@ccsa.ufpb.br);
(www.progeb.blogspot.com).
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Resultados de 2012 e perspectivas para 2013
Semana de 31 de dezembro de 2012 a 06 de janeiro de
2013
Nelson Rosas Ribeiro[i]
Não temos muito a acrescentar sobre os prognósticos para
a economia mundial neste começo de 2013. As notícias confirmam a continuação
das dificuldades dos países da União Européia com o agravamento provocado pelas
políticas de austeridade que continuam a ser adotadas por todos e,
particularmente, pelos PIGS. Devemos esperar a continuação da intranqüilidade
social e dos conflitos. A teimosia em orientar todos os esforços para garantir
os rendimentos do capital financeiro e dos especuladores internacionais
continua a produzir seus efeitos desastrosos.
Nos EUA a situação, embora mais calma, arrasta-se à beira
do abismo fiscal para o qual se chegou a um acordo protelatório, com a redução
de US$ 650 bilhões, de um total de US$ 7,9 trilhões, do déficit fiscal, que já
representa 72% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.
Até os BRICS (sigla que inclui os países Brasil, Rússia,
Índia, China e África do Sul), considerados a salvação da humanidade,
encontram-se em dificuldades. Além de contradições internas, pois suas
economias, em muitos aspectos, são concorrentes, e de não se constituírem em um
bloco econômico, enfrentam problemas internos de inflação, falta de
investimentos e agitações sociais. Apenas a China se apresenta com alguma
esperança de acelerar seu crescimento.
Isto, sem levar em conta
as ameaças de guerra e intervenções militares no mundo árabe, cujas
consequências são imprevisíveis.
Todo este quadro não nos permite otimismo, neste ano de
2013, para a economia mundial.
Não temos dúvida que esta situação contamina as
perspectivas pra a economia brasileira. Em primeiro lugar, temos de lembrar que
o fenômeno da globalização não é uma invenção dos economistas. Para o bem e
para o mal, ele é uma terrível realidade sem retorno e deve ser levado em
consideração nos prognósticos. Alguns políticos e economistas, infelizmente,
ainda não criaram vergonha na cara e continuam a tentar enganar a todos.
Esquecem que “mais rápido se apanha um mentiroso do que um manco” (Não estou
falando só do ministro Mantega).
O outro fator que temos de levar em consideração é o
triste desempenho da economia brasileira, neste sofrido 2012. Para a desgraça
da “presidenta”, se o PIB de 2011 foi chamado de “pibinho”, o de 2012, que não
deve atingir nem 1%, será chamado de quê?
Mas não é só isso. O crescimento da indústria, em 2012,
será negativo. As estimativas feitas por vários especialistas indicam uma queda
em torno de -2,4%. Os investimentos estão paralisados, pois a indústria está
trabalhando com capacidade ociosa. A participação dos produtos nacionais, no
consumo interno, vem caindo diante da pressão dos importados, bem como na
composição das exportações.
Por seu lado, a balança comercial tem apresentado saldos
decrescentes. Em 2012, o superávit foi o menor nos últimos 10 anos, tendo
recuado de US$ 29,8 bilhões, em 2011, para US$19,4 bilhões, uma queda de 34,8%.
Para completar as desgraças, a impossibilidade de se
atingir o tão desejado superávit primário, nas contas públicas, já foi
admitida. O compromisso do governo era de que a economia seria de 3,1% do PIB,
o que corresponderia a R$ 139,8 bilhões. No entanto, até novembro, o governo só
conseguiu R$ 82,699 bilhões. Mesmo se considerando as deduções permitidas com
os gastos do PAC, ainda faltam R$ 31,5 bilhões.
Tentando esconder o rombo, o governo, nos últimos dias do
ano, realizou uma série de operações contábeis para aumentar as receitas e
apresentar outros números. Não é a primeira vez que se utilizam estes recursos.
Foram feitas operações envolvendo o BNDES, a Caixa Econômica, as estatais, o
Tesouro e o Fundo Fiscal de Investimento e Estabilização (FFIE), do qual o
único cotista é o Fundo Soberano do Brasil (de onde foram sacados R$ 12,4
bilhões, quase zerando esta reserva dita estratégica). Com isto o governo
aumentou a receita em R$ 19,4 bilhões, suficiente para “enganar” o “mercado”.
Será que engana?
[i] Professor
Emérito da UFPB e Coordenador do Progeb – Projeto Globalização e Crise na
Economia Brasileira progeb@ccsa.ufpb.br);
(www.progeb.blogspot.com).
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Adeus ano velho. Feliz ano novo?
Semana de 26 de dezembro de 2012 a 01 de janeiro de
2013
Rosângela Palhano Ramalho
[i]
Começamos desejando um feliz 2013 a todos os nossos
leitores!
Faz parte desses desejos, trazer boas notícias na área
econômica, nos dias vindouros. Mas, infelizmente, nesta primeira análise do
ano, isto ainda não é possível. A situação é idêntica à do início de 2012: Ano
Novo... Vida Velha.
O réveillon
tradicional do Rio de Janeiro festejou a chegada de 2013, queimando 24
toneladas de fogos em 16 minutos. Os ruídos dos festejos, certamente, não
chegaram à Base Naval de Aratu, na Bahia, onde se encontra a presidente Dilma,
descansando. Ela não teve motivos para comemorar, de novo. O final do ano
trouxe a má notícia: o PIBinho é uma realidade que se concretizará em 1% ou
menos. Pior que 2011. Tadinho do nosso “levantador de PIBs”, o ministro Mantega.
Não conseguiu sua façanha. Para nós, isto não é novidade, pois já sabemos que “economista
não engana capitalista”.
Ao constatarmos que a indústria empurrava a atividade
econômica ladeira abaixo, também anunciávamos que, pior do que estava, iria
ficar. É óbvio que o governo, de sua parte, envidou esforços tentando lutar
contra os efeitos da crise. Desonerou uma série de setores, travou guerra
contra os produtos importados, reduziu a taxa de juros, manipulou o câmbio, estimulou
o setor privado com a renovação das concessões e lançamento de novas, incentivou
o crédito através da redução do spread
bancário, etc. A última medida do ano foi a liberação do recolhimento dos
depósitos compulsórios de bancos. Aquelas instituições que destinarem recursos
financeiros ao Programa de Sustentação do Investimento (PSI), não terão a
obrigatoriedade de recolher o compulsório sobre aquelas cifras.
Com a ajuda das renúncias fiscais e não tendo conseguido
reduzir as despesas, em ano eleitoral, o governo amarga o pior desempenho
fiscal desde que Dilma assumiu. A meta de economia para o superávit primário
que era de R$ 139 bilhões, até agora, está longe de ser atingida. Só foram
cumpridos R$ 82,7 bilhões. Para aqueles que defendem a economia para pagamentos
de juros, isto é um mau sinal.
Além disso, os setores estimulados tem apenas reposto os
estoques e realmente não estão investindo, ou seja, a demanda maior está sendo
suprida pelos produtos importados, fato que não contribui para a economia
interna e ainda debilita a indústria nacional, que apresenta elevada capacidade
ociosa. Segundo alguns especialistas a saída pode estar nos investimentos
públicos em infra-estrutura, que, de forma indireta, estimula o setor privado.
O governo passou o ano tentando alavancar os
investimentos. Não conseguiu. A Formação Bruta de Capital Fixo caiu 5,63%, no
terceiro trimestre de 2012, mantendo a tendência negativa que se verificou
desde o início do ano.
A presidente, no programa “Conversa com a presidenta”,
quase que de joelhos, apelou aos empresários para que eles “acreditem e
invistam no nosso país”. O desespero de Dilma é explicado pelas falácias do fundamentalismo
de mercado que gerou a crença de que o intervencionismo “exacerbado” do governo
na economia tem inibido os investimentos. Estes excessos trariam incertezas
quanto ao cumprimento dos acordos feitos com a iniciativa privada. Acreditando
nisto, mais uma vez a presidente clama: “este é um governo [...] que respeita
contratos”.
Todos buscam os culpados pela não decolagem dos
investimentos. Uns culpam a própria Dilma que não seria “pró-mercado”. Outros culpam
Mantega e suas previsões desastrosas. O ministro que considerou a previsão do Banco
Credit Suisse, de 1,5% de crescimento, para o nosso PIB, “uma piada”, logo caiu
do cavalo e, otimista, fechou a sua previsão, novamente equivocada, em 2%. Crescem
os rumores de que o ministro pode perder seu posto em 2013, mas a presidente
garantiu que ele fica.
Os fatos aumentaram as distâncias entre as previsões da
equipe econômica e a tão problemática realidade. O governo cumpre sua missão e
continua acreditando que conseguirá despertar o ímpeto animal do empresário que
parece estar adormecido. Perseguindo este objetivo, a presidente Dilma, Tombini
e Mantega, saudaram o Ano Novo cantando assim:
♪♪Adeus ano velho, feliz ano novo. Que o PIB se realize
no ano que já chegou... ♫
Este é o desafio a ser vencido, cujo resultado pode
inviabilizar a reeleição de Dilma.
[i] Professora
do Departamento de Economia da UFPB e pesquisadora do Progeb – Projeto
Globalização e Crise na Economia Brasileira. (www.progeb.blogspot.com)
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